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Março 6, 2026

A planta que pode ajudar indígenas

A planta que pode ajudar indígenas

by Vilmar / Quinta-feira, 23 Fevereiro 2023 / Published in Meio Ambiente

1. O dia a dia Indígena

O garimpo ilegal e grandes empreendimentos têm tomado a terra de um povo nômade, que vive da natureza, no bioma Amazônia.

Um povo nômade que gradativamente perde suas terras para os colonizadores e vive sem matéria prima para seu sustento.

2. A importância dos indígenas ­

Na formação de nossas etnias, sendo protagonistas na sociedade, principalmente nas manifestações culturais, quando definem a identidade do Carnaval de Porto Alegre neste ano.
“Nós somos Os Caetés/ Índio forte e destemido/ Nosso pai é o Sol/ Nossa mãe é a Lua/ Abençoa, Senhor, os nossos coirmãos/ Saravá, saravá para eles/ Que combatem sem temor”.

CIMI 50 ANOS ­ memória, resistência, mística e utopia.

Na formação da nossa linguagem e com nomes de cidades, de rios, de times de futebol.
Itaara é um território com dois biomas: Mata Atlântica e Pampa. A denominação do município tem origem no nome dado pelos habitantes nativos, os Tupis­guaranis, que se referiam ao lugar como sendo Itaara, que significa “Pedra Alta” ou “Altar de Pedra”, segundo BELÉM, 2000.

3. Indígenas e a terra

Por que colonizadores desprezam os povos da floresta?
Colonizadores julgam os indígenas, chamando­os de preguiçosos e dizem que a Terra é de ninguém ou espaço sem organização.

A historiografia tradicional, referenciada em Mozart Pereira Soares (1974), fala em descobridor. A historiografia tradicional veio impor a civilização. Pois o “Descobridor”, ávido por terra, não chegou antes dos índios. Estes descobriram a erva-mate e logo depois vieram as massas de pobres brancos.
O que é descobrimento?
Na própria língua portuguesa, diz Paulo Freire (Congresso de Goiânia, 1982), descobrir significa achar pela primeira vez. Eu não posso descobrir o que pertence a alguém. Além de não “descobrir”, o branco veio depois para conquistar a terra, dominar a cultura da erva­mate e impor a “civilização”.

4. Curiosidades sobre a utilidade da taquara

Ruínas de São Miguel das Missões ­ RS.

Um dos principais pontos turísticos do Rio Grande do Sul, um conjunto arqueológico jesuítico.
Aprenderam a ler. .
Assim um ex­escravo cometeu a proeza de alfabetizar o seu proprietário. O caso foi no Rincão Reúno, Campo Novo, RS, quando utilizou como caderno uma folha de taquara e como lápis, um pauzinho pontiagudo. Martin Fischer (1959, p. 5) informa também que no último quartel do século XIX o cacique Fongue e seus liderados ocuparam os territórios ricos em caça e pesca nas proximidades dos rios Inhacorá, e se sustentavam com pesca, caça e alguma agricultura (BINDÉ, 1986).

O cacique Fongue dos Caingangs teria morrido, no Campo Novo, em 1886, com 151 anos de idade, com toda a lucidez mental. Contava a idade pelo florescimento da taquara, que floresce de 30 em 30 anos, conforme a sabedoria indígena.

5. Representação no governo:

Beatriz Matos, viúva de Bruno Pereira, assume cargo no Ministério dos Povos Indígenas. A antropóloga chefiará o Departamento de Proteção Territorial e de Povos Indígenas Isolados e de Recente Contato, que faz parte do Ministério dos Povos Indígenas. Brasil de Fato | São Paulo (SP).

Bruno Pereira foi demitido da Funai em 2019 após ações contra garimpo ilegal em terras Yanomami.

6. Apoio aos projetos indígenas: você vai ganhar?

A taquara é matéria essencial para o artesanato kaingang.

Você poderá usufruir do artesanato indígena.

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About Vilmar

Vilmar Bagetti é escritor, permacultor e bambuzeiro. O espaço da vida e do trabalho acontece na Morada do Bambu.

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